segunda-feira, 19 de novembro de 2007

vou para a rua e bebo a tempestade.



Embora lave o medo que há do fim, a chuva apaga o fogo que há em mim.
Ouço a voz de
quem me quer tão bem

E fico a ver se a chuva
ouvirá também.


Desliguei o despertador vinte vezes só para poder ouvi-la bater na janela.