deixou de fazer sentido escrever pequenas mensagens para mim mesma. não há quem deixe nada aqui há demasiado tempo. só eu. e farta de só eu estou eu. afasto a vida do blog. ao menos desta sou eu que me afasto. por enquanto não pode ser o contrário. e ainda bem. era bonito o blog agora afastar-me também. tudo o que uma pessoa precisa. se as coisas já foram complicadas o suficiente, para quê complicar mais agora? só se complica porque se quer, ou porque se espera mais, ou demais. oh these days are gone. toda a gente adora as férias, eu odeio as férias. até a água está a tentar fugir cá de casa. o meu pai não ia achar piada a isto, já subiu as escadas umas 10 vezes para dizer "há uma fuga de água cá em casa". acho que ele desce as escadas e esquece-se que as subiu e aí vem ele outra vez. uh! tenho saudades do outono. é mesmo isso! outono. acontece tudo no outono. eu acho. i'm long long long long long long long long long long long long long long long long long long long gone. vou mudar para chico. assim ouço o que me mostraste e também o que eu te mostrei. as vitrines. és a minha pessoa. e qualquer desatenção faça não, pode ser a gota d'água. tenho saudades tuas. tenho saudades tuas no outono. e gosto de ti sempre. sinto-me um bocado sozinha. ouvi o telefone chamar demasiadas vezes. e qualquer desatenção faça não, pode ser a gota d'água. escrevi sobre o que sei que não vai mudar. a não ser que alguma coisa pare de fugir. mas é bom ver a minha casa assim num estado a virar para o caos na cabeça da minha mãe. é bom porque é diferente. só algumas pessoas sabem como é boa a quebra do ambiente aqui em casa, mesmo sendo com a quebra dos armários da cozinha e algumas paredes. neste caso, o menos com menos dá um bom e gordo mais. e me vingar a qualquer preço, te adorando pelo avesso, para mostrar que ainda sou tua. só para provar que ainda sou tua. este chico é um perigo, quando menos esperamos lá vem mais uma que nos deixa "fogo, sim senhor!". quando olhaste bem nos olhos meus e o teu olhar era de adeus, juro que não acreditei, eu te estranhei, me debrucei sobre teu corpo e duvidei e me arrastei e te arranhei e me agarrei nos teus cabelos, nos teus pelos, teu pijama, nos teus pés ao pé da cama, sem carinho, sem coberta. no tapete atrás da porta reclamei baixinho, dei para maldizer o nosso lar, para sujar teu nome, te humilhar e me vingar a qualquer preço, te adorando pelo avesso, para mostrar que ainda sou tua. só para provar que ainda sou tua. acho que o deixar o blog está a ter um efeito contrário em mim. já estou de volta disto há uma hora e qualquer coisa. com intervalos, claro. amou daquela vez como se fosse a última. eu disse-te que era especial.
estou com o telefone na mão a ouvir o que tens para me dar a ouvir e vou fazer disto uma grande coisa: e amo-te.